domingo, 27 de abril de 2008

64.






















Foto de M


Guardar no rosto uma expressão definitiva e sentir no corpo o abandono dos trapos.
Às vezes apetece.
M

20 comentários:

Marinha de Allegue disse...

Co sentir no corpo o abandono dos trapos concordo máis coa expresión definitiva non, o cambio de expresión considero que é vital...

Unha aperta.
:)

tolilo disse...

Tia M.

deixa-me brincar com as tuas
bonequinhas


Chuac!_

mena m. disse...

Será como que ficar assim a olhar para ontem?

Às vezes é preciso...

Mas definitivamente só nas bonecas, que, devo dizer-te, são um espanto!

M. disse...

Tolilo e Mena:
As bonecas não são minha, mas posso pedi-las emprestadas...

dia de chuva disse...

transporta-nos, na verdade, para o calmo conforto caseiro.

jawaa disse...

Uma bela legenda a acompanhar uma não menos bela foto.
Um abraço

herético disse...

abandonar os trapos... e costurar outros! sorrindo...

Anónimo disse...

Provavelmente, nem com o céu à espreita :-)

(em manutenção :-) )

abraço

intruso

legivel disse...

- Mamã, onde vamos com tanta pressa?

- Ao hospital das bonecas que a tua mana mais velha deu um jeito ao pescoço.

- E a mim não me podem fazer um transplante que não tenho pés?

- Se não te tivesses metido com o urso de peluche, não estavas agora nessa aflição...

TINTA PERMANENTE disse...

Às vezes... é sublime!...

abraços!

Entre linhas... disse...

Um post muito querido fez me lembrar os meus tempos de infãncia onde aprendi a brincar e a crescer só com uma boneca,mas eram tempos felizes.
Bom Feriado
Bjs Zita

Justine disse...

Uma tão bela composição fotográfica para ilustrar um estado de espírito sombrio e desistente? Não pode ser, nem que às vezes apeteça!!
Ofereço-te um sorriso e um gesto de amizade, para acompanhares as lindíssimas bonecas :))

M. disse...

Justine:
São apenas reflexões. E por causa delas a expressão do rosto não será definitiva, porque em mutação constante.

Maria Laura disse...

E como apetece! O que vale é que raramente se conseguem expressões definitivas. :))

miruii disse...

Para mim és essa boneca-mãe grande, sempre calma, sempre doce.
Desculpa andar esquivo mas a vida manteve-me longe... quase só vim festejar Abril.
Meti-me em folias, devia estar quieto, levei uma mosquitada. Sobrou para ti, mas só se quiseres, é claro.
Dá um pulo ao meu sítio.
Picada doce

Licínia Quitério disse...

Tantas vezes já olhei para as tuas bonecas e não sei o que dizer. Talvez receie ficar assim. De rosto parado. Por outro lado, algo nelas é tentador. Como se dissessem: vem deitar-te junto a nós.
Vês o que fizeste?

Beijinho.

Teresa David disse...

Peço-te desculpa de há muito não passar por aqui, mas sabes que não andei nada bem, logo, não foi falta de lembrança, até porque, adoro as tuas palavras na quantidade sempre certa para exprimir a ideia que te povoa e as imagens lindissimas como estas bonecas de trapos, que tanto gosto e fiz muitas há uns 20 anos atrás que acabei por oferecer a crianças. A piada é que as fazia á escala duma criança entre os 3 e 5 anos e os mais pequenitos ficavam longos porque tinham uma companheira do seu tamanho ou ainda maior. Também as fiz pequenas.
Como tudo na minha vida foi uma revoada e depois nunca mais fiz nnenhuma!
Bjs e boa semana
TD

Sonia disse...

Licínia Quitério disse...
Tantas vezes já olhei para as tuas bonecas e não sei o que dizer. Talvez

Pois é como me sinto muitas vezes ao passar por aqui. Contemplo as imagens, leio e releio suas palavras. Dizer o quê, se você diz tanto em tão poucas palavras.

maria carvalhosa disse...

Ás vezes apetece.
Às vezes deixamos acontecer.
Às vezes acabamos por ser trapos ao abandono.
Mas só às vezes!...

Beijos.

Eremit@ disse...

Que longe venha e de ti a vida ainda faça longo proveito.
Abraço